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sábado, 7 de março de 2026

VIVOS OU DINOSSAUROS?

 VIVOS OU DINOSSAUROS?

de António de Almeida Santos

ISBN:9789721037625

Editor:Publicações Europa-América

Data de Lançamento:abril de 1994

Dimensões:138 x 209 x 14 mm

Encadernação:Capa mole

Páginas:188

Peso:295

TX-A026 -325-1.07EE

  

Exemplar usado em bom estado.

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Como comprar

PREÇO:7.00€

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 Na obra Vivos ou Dinossauros?, o autor — o jurista e político português António de Almeida Santos — desenvolve um conjunto de ideias políticas, éticas e civilizacionais que vão além da simples preocupação ecológica. O livro procura refletir sobre o destino da humanidade e o papel da política na sobrevivência da civilização.

  1. A humanidade perante um risco civilizacional

 Almeida Santos sugere que a humanidade se encontra num momento decisivo da sua história.

Tal como os dinossauros desapareceram por não conseguirem adaptar-se às mudanças do planeta, a civilização humana poderá desaparecer se ignorar os sinais de perigo.

 A metáfora central é clara:

  “Vivos” - uma humanidade que aprende, se adapta e corrige os seus erros.

 “Dinossauros” - uma humanidade que persiste em modelos destrutivos até à própria extinção.

 

 2. Crítica ao modelo de desenvolvimento moderno

 O autor critica alguns aspetos do modelo económico dominante:

  crescimento económico sem limites ecológicos;

 exploração intensiva dos recursos naturais;

 consumismo e desperdício nas sociedades modernas.

 Segundo ele, o progresso técnico não é suficiente para garantir o futuro se não for acompanhado por responsabilidade ética e política.

 

 3. A responsabilidade da política

 Uma das ideias centrais do livro é que a sobrevivência do planeta é também um problema político.

 A política deve:

  planear o desenvolvimento a longo prazo;

 proteger o ambiente;

 equilibrar crescimento económico e sustentabilidade.

 O autor defende que os governos não podem pensar apenas em ciclos eleitorais, mas sim no futuro das próximas gerações.

 

 4. A dimensão ética e moral

 Para Almeida Santos, a crise ecológica é também uma crise moral.

 Ele sublinha:

  a necessidade de solidariedade entre gerações;

 o dever de preservar o planeta para os que ainda não nasceram;

 a responsabilidade coletiva da humanidade.

 Esta ideia aproxima-se de uma ética global baseada na responsabilidade pelo futuro.

  5. Mudança de mentalidades

 O autor considera que as soluções não são apenas técnicas ou económicas.

É necessária uma mudança cultural profunda, que inclua:

  consumo mais moderado;

 respeito pela natureza;

 maior consciência ambiental.

 

Sem essa mudança de mentalidades, as soluções políticas seriam insuficientes.

  6. Um aviso à civilização contemporânea

 O livro tem um tom de advertência.

Almeida Santos tenta despertar a sociedade para o perigo de uma civilização que:

  acredita que o progresso é ilimitado,

 ignora os limites naturais do planeta.

 Assim, a pergunta do título funciona como um desafio ao leitor:

seremos capazes de agir a tempo ou repetiremos o destino das espécies extintas?

 EM SÍNTESE:

A obra é um ensaio político e civilizacional que alerta para os riscos ambientais e morais da modernidade e defende uma política mais responsável, capaz de garantir a sobrevivência da humanidade.

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quinta-feira, 30 de outubro de 2025

MADDIE A VERDADE DA MENTIRA

MADDIE - A VERDADE DA MENTIRA 

Gonçalo Amaral

ISBN: 9789898174123

Edição ou reimpressão: 07-2008

Editor: Editora Guerra & Paz

Idioma: Português

Dimensões: 150 x 229 x 17 mm P320

Encadernação: Capa mole

Páginas: 224

 Exemplar em muito bom estado.

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Como comprar

PREÇO:12.00€

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   Sinopse

Este não é mais um livro sobre a investigação do desaparecimento de Madeleine McCann. Este é o livro do investigador principal do processo, que foi atacado e vilipendiado quando se encontrava apenas em busca da verdade e da justiça. Ninguém, à excepção dos pais de Maddie, sabe tão bem o que se passou naquela noite fatídica de 3 de Maio de 2007. Gonçalo Amaral escreve na perspectiva da investigação por si conduzida e tem uma forte preocupação factual e de objectividade. Além disso, o livro contém revelações originais e esclarece muitos dos mais controversos aspectos do caso. O texto está apoiado por infogramas e fotografias que facilitam a compreensão do leitor e ilustram os passos da investigação e da conclusão obtida - por mais terrível que a mesma seja: Maddie está morta desde o dia do seu desaparecimento.
Para o autor do livro, Madeleine Beth McCann é a principal preocupação - é ela a vítima, e são as vítimas que têm de ser defendidas pela polícia e perseguidos os culpados do seu sofrimento. Tendo-lhe sido impossibilitado solucionar o caso, devido ao seu afastamento, quando se encontrava eminente a recolha de testemunhos vitais, preferiu abandonar a vida policial activa e retomar a liberdade de expressão não só para lavar a honra das calúnias que sobre si foram lançadas, mas para ajudar a que o caso não caia no esquecimento e a que, mais tarde ou mais cedo, o processo seja reaberto e feita justiça.

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terça-feira, 4 de junho de 2024

ENSAIOS DE DOMINGO III

 


ENSAIOS DE DOMINGO III

de Mário Sacramento

ISBN:9789726992523

Editor:Vega

Data de Lançamento:abril de 1989

Idioma:Português

Dimensões: 141 x 203 x 15 mm

Páginas:308

Peso: 371

Classificação temática: > Literatura > Ensaios

 

Exemplar em muito bom estado

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PREÇO:13.00€ Como comprar

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DA CONTRACAPA

Morei sucessivamente, na infância, junto às casas de ensaio dos novos e dos velhos filarmónicos locais. Foi isso que fez de mim um ensaísta? Apraz-me supô-lo. Gostava de vê-los a caminho do ensaio, ainda em fatos de trabalho, rumorosos e barbudos, sopesando os instrumentos envoltos em guardas de chita ou cotim. E ouvi-los, pela noite dentro, ensopar o silêncio em saliva e suor.

 Como eles, sou e serei um ensaísta de retalho, que semeia a escuridão de clangores torturados e sincopes desabridas, alanceado por dispneias em falsete, e invariavelmente impróprio para o consumo em coreto. Ensaio, como eles, nas horas de folga, manhãs de domingo e serões da semana. E como eles sofro o terror da batuta, gavião insaciável, do melhor que o peito da e o sopro leva.

 Aqui lhes deixo o meu solfejo. Aos novos e aos velhos. Homens de sé e surdina. De trenos e amavios. Matutos e salivares. Com sonho ensacado em chita.

 Mário Sacramento

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  Mário Emílio de Morais Sacramento (Ílhavo, Ílhavo, 7 de Julho de 1920 — Porto, 27 de Março de 1969) foi um médico, escritor neorrealista, ensaísta e político português que se destacou como uma importante figura do movimento de oposição democrática ao regime do Estado Novo. Há uma escola secundária com o seu nome em Aveiro.

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quinta-feira, 30 de maio de 2024

A CRISE DA HISTÓRIA E AS SUAS DIRECTRIZES

 


A CRISE DA HISTÓRIA E AS SUAS DIRECTRIZES

Vitorino Magalhães Godinho

Empresa Contemporânea de Edições

1ª Edição

Páginas: 184

Dimensões:195x130 mm

Peso: 206

Exemplar com algum desgaste na capa, miolo amarelecido, sem rasgos.

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PREÇO: 10.00€  -Como comprar

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  SUMÁRIO

 1-A arquitectura tradicional da história e as suas razões históricas

2-Os problemas prévios da história e a sua crise no século XX

3-O alargamento geográfico e cronológico.

4-A conexão entre a história humana e a história natural

5-A inserção do sentido evolutivo e o problema da divisão da História em períodos

6- Alargamento de interesses e inversão de notas dominantes.

7- A importância da História económica - Um exem- plo: guerra e economia

8-Simplismo da história económica nascente. Lacunas, dificuldades e progressos no desenvolvi- mento da história económica

9-A história da técnica

10 A terra e a evolução humana

11-Economia, vida mental e técnica

12-- Civilização e vida mental. A história da cultura

13- A história política e jurídica

14-Os problemas da história

 15-A história no ensino, na vida e na cultura

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