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sábado, 28 de junho de 2025

O JURAMENTO DA DUQUÊSA –

 O JURAMENTO DA DUQUÊSA 

 Pinheiro Chagas

Livraria Progresso Editora

5ª Edição – 1956

Páginas: 201

Dimensões: 190x120

Peso: 171

Exemplar em bom estado, amarelecido, sem rasgos. Tem os cadernos por abrir

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Como comprar

PREÇO:6.00€

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 "O Juramento da Duquesa" é um romance histórico de Manuel Pinheiro Chagas, que dá continuidade à trama iniciada em "A Máscara Vermelha". A obra explora as consequências da Restauração da Independência de Portugal, com foco em conspirações, traições e eventos marcantes da época. O livro narra a prisão e o julgamento de Francisco de Lucena, Secretário de Estado envolvido na morte do Marquês de Vila Real e do Duque de Caminha, e destaca o papel de Pedro Bonete, um personagem que se adapta às circunstâncias para sobreviver.

Em resumo, o livro trata de:

    Contexto histórico:

    Os anos após a Restauração da Independência de Portugal, marcados por intrigas e instabilidade política.

    Personagens principais:

    Francisco de Lucena e Pedro Bonete, ambos envolvidos em tramas políticas e pessoais.

    Enredo:

    Uma continuação da história iniciada em "A Máscara Vermelha", com foco em eventos como a prisão e julgamento de Lucena e o papel de Bonete.

    Temas:

    Conspirações, traições, luta pelo poder e adaptação às circunstâncias em um período conturbado da história portuguesa.

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quinta-feira, 30 de maio de 2024

A CRISE DA HISTÓRIA E AS SUAS DIRECTRIZES

 


A CRISE DA HISTÓRIA E AS SUAS DIRECTRIZES

Vitorino Magalhães Godinho

Empresa Contemporânea de Edições

1ª Edição

Páginas: 184

Dimensões:195x130 mm

Peso: 206

Exemplar com algum desgaste na capa, miolo amarelecido, sem rasgos.

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PREÇO: 10.00€  -Como comprar

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  SUMÁRIO

 1-A arquitectura tradicional da história e as suas razões históricas

2-Os problemas prévios da história e a sua crise no século XX

3-O alargamento geográfico e cronológico.

4-A conexão entre a história humana e a história natural

5-A inserção do sentido evolutivo e o problema da divisão da História em períodos

6- Alargamento de interesses e inversão de notas dominantes.

7- A importância da História económica - Um exem- plo: guerra e economia

8-Simplismo da história económica nascente. Lacunas, dificuldades e progressos no desenvolvi- mento da história económica

9-A história da técnica

10 A terra e a evolução humana

11-Economia, vida mental e técnica

12-- Civilização e vida mental. A história da cultura

13- A história política e jurídica

14-Os problemas da história

 15-A história no ensino, na vida e na cultura

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quarta-feira, 15 de maio de 2024

OLIVEIRA MARTINS E OS SEUS CONTEMPORÂNEOS


 OLIVEIRA MARTINS E OS SEUS CONTEMPORÂNEOS

F A Oliveira Martins

Guimarães Editores

1ª Edição -1959

Páginas:302

Dimensões: 220x150 mm

Peso:356

 Capa com alguns pequenos danos, miolo em bom estado, amarelecido, sem rasgos, anotações ou sublinhados

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PREÇO: 19.00€   Como comprar

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ÍNDICE

 Explicando

Ascendência e Infância

O Idealista

Sob o signo de Proudhon

Colaborador de A Revolução de Setembro

Federalismo Peninsular

O «Cenáculo»

Oliveira Martins, dramaturgo e poeta

Oliveira Martins entra no «Cenáculo>>

Oliveira Martins parte para Espanha

A «Internacional

 Cisão no «Cenáculo>>

Em socorro de Antero

O «Cenáculo das Águas Férreas>

Eça de Queirós, Oliveira Martins e a Vida Nova

A Bancarrota de 1892 ...

O Iberismo de Oliveira Martins

O poder evocador de Oliveira Martins e o último cenobita do Convento da Arrábida

Oliveira Martins e O Príncipe Perfeito»

A morte de Oliveira Martins... ...

Antero de Quental: O fim trágico do poeta

António Nobre-Nótulas à margem de uma biografia Cartas de António Nobre a Oliveira Martins...

Uma carta de Eça de Queirós e Edurado Prado a Oliveira Martins

A propósito do Album das Glórias

Um inédito de Ramalho Ortigão publicado a propósito da inauguração de uma lápida no prédio em que o escritor faleceu

No centenário do nascimento de Guilherme de Azevedo

O rapto do Sabino>

Oliveira Martins e os poetas seus contemporâneos

Oliveira Martins e António Feijó - Jornada à volta de um epistolário

Três cartas inéditas do poeta Joaquim de Araújo, no espólio literário de Oliveira Martins

 

EXPLICANDO

 Em publicações que a nossa bibliografia regista, na Imprensa diária e em revistas, durante anos tive oportunidade de trazer a público aspectos vários li- gados à vida literária e política de Oliveira Martins, temas que nasci a ouvir invocar por meu Pai.

 Quando das desluzidas comemorações do Centenário do nascimento do poligrafo (1945) dei-me à publicação do volume O Socialismo na Monarquia -Oliveira Martins e a Vida Nova», contribuindo ainda para aquelas comemorações, com três outros trabalhos: Do Cenáculo da Travessa do Guarda-Mor, ao Cenáculo das Águas Férreas, estudo que, a convite da Câmara Municipal do Porto, li na desaparecida sala do evocativo Palácio de Cristal; O Iberismo de Oliveira Martins, que comuniquei em sessão da Associação dos Arqueólogos Portugueses; Oliveira Martins e a Bancarrota de 1892, conferência que realizei na Sociedade de Geografia de Lisboa e, final- mente, A Morte de Oliveira Martins, trecho reproduzido ao microfone da Emissora Nacional.

 Naquele mesmo ano de 1945, comemorou principescamente o País, o centenário do nascimento de Eça de Queiroz. A convite de António Ferro, Secretário Nacional, pronunciei no Grémio Literário, onde se ostentava a magnífica exposição queiroziana, a conferência inaugural de um ciclo organizado: Eça de Queiroz, Oliveira Martins e a «Vida Novas foi o tema que escolhi. Aos indicados trabalhos outros de

carácter episódico, se sucederam. Quando se avança na vida, nas proximidades dos sessenta, e esta não foi coisa fácil de vencer, a prudência, diz-se, aconselha cuidados. Há-os de vário género e até de natureza literária e sentimental. Sentir-me-ia desgostoso se tivesse de abandonar a existência sem deixar reunidos, pelo menos para os legar aos meus, os resultados de trabalhos longos e canseiras não menores, que sejam úteis para o melhor conhecimento e exacta compreensão do carácter e acções de Oliveira Martins, o polígrafo, e da história da segunda metade do século XIX, agitado século que, na vida literária, intelectual portuguesa, dito e repetido está, só encontra par no século XVI: idade de oiro que é o século de Camões.

 O argumento exposto é a razão de ser, portanto, do aparecimento de Oliveira Martins e os seus Contemporâneos, para que se pede benevolência.

 Falei acima, nos meus. Graças a Deus, à cabeça destes, como grande Chefe, vive minha Mãe, a quem dedico estas páginas, com um agradecimento que não tem limites, pelos excelentes exemplos e primorosíssimos ensinamentos morais e religiosos que a nós seus filhos ministrou, fiel a si própria e em fidelíssima continuação do nosso Pai que de nós voou, quando todos quase éramos meninos.

 Estas páginas, onde passa o drama da insatisfação duma vida, a energia rara dum lutador, são suas minha Mãe, na memória de meu Pai.

 Lisboa, 8 de Dezembro de 1959.

 F. A. d'OLIVEIRA MARTINS

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